Marketing Digital e cibersegurança?

 

Temos visto diversos ataques, dos mais diversos tipos e tamanhos sendo divulgados na mídia, desde de sequestro de dados até ataques DDoS gigantes então você pensa, somente empresas GIGANTES são alvos de ataques, então só elas devem se preocupar com segurança, não é mesmo? ERRADO

Vamos simular um cenário simples, porém muito comum, depois de muito planejamento você insere sua empresa no mundo digital, principalmente depois de vermos o que o impacto da pandemia causou e ainda tem causado, então você cria um site, cria uma página em diversas mídias digitais e trabalha na divulgação através de diversos meios, porém acaba atraindo atenção de cibercriminosos, que podem variar desde pessoas querendo testar o conhecimento recentemente adquirido até quadrilhas especializadas.

Ninguém gostaria de passar por isso, não é? E a melhor maneira de evitar problemas como o que acabamos de citar e garantir seu trabalho na internet é se protegendo. E isso deve ser feito com investimento em cibersegurança no Marketing Digital.

 

Você sabe o que é cibersegurança no Marketing Digital

A cibersegurança no Marketing Digital nada mais é que um conjunto de ações e técnicas que são tomadas a fim de manter a segurança dos dados e informações compartilhadas na internet.

A cibersegurança que nos referimos visa a proteção dos dados e as informações geradas no ambiente virtual de: mídias sociais, websites, etc., que é diferente da cibersegurança dentro da corporação que é algo mais abrangente envolvendo todos os dados organizacionais presentes em sistemas, arquivos e outras fontes de armazenamentos, ok?.

Para que o marketing digital possa trabalhar trazendo resultados positivos para a organização, apostar em medidas de cibersegurança tem um papel muito importante, o de garantir medidas que tornem mais segura e confiável a presença de pessoas e marcas na internet.

 

Principais ataques cibernéticos no Marketing Digital

Golpes Comuns em redes sociais

  • Notificações falsas em redes sociais – Este ataque que não acontece nas redes sociais, mas está diretamente ligado a elas. O usuário recebe um SMS ou notificação informando sobre alguma novidade ou atualização na rede social e ao clicar no link, o computador ou celular é invadido por malwares, que podem danificar os dispositivos e seus sistemas, além de roubar seus dados.

 

  • CLONAGEM DE WHATSAPP – De acordo com levantamento realizado em 2020, o Brasil acumulava mais de 3 milhões de vítimas de invasões as contas do WhatsApp. Esses golpes acontecem na maioria dos casos de 2 formas, são elas:

 

  • Clicando em links duvidosos
  • Fornecendo o código de seis dígitos repassado via SMS para o cibercriminoso que na maioria das vezes se passam por colaboradores de empresas que oferecem algum serviço, como, por exemplo, o de Vendas.
  • CONTAS FALSAS NO MÍDIAS SOCIAIS – Além de roubar contas em WhatsApp, Instagram, Facebook, Telegram etc., os cibercriminosos ainda criam contas falsas de diversas empresas, aguardam seguidores e os contatam como se fossem contas oficiais, por isso é sempre necessário informar os meios oficiais de contato do seu negócio.

 

Golpes comuns em sites empresariais

Além dos golpes que acontecem com os perfis em redes sociais, os ataques aos sites empresariais são bastante comuns e o roubo de dados e o comprometimento de acesso são algumas das principais consequências.

Veja alguns dos ataques mais comuns.

 

  • Ataques de força bruta – Apesar de ser uma prática menos comum hoje em dia devido aos métodos de segurança terem avançado, ainda temos um número substancial de tentativas com credenciais invalidas nas plataformas, então é sempre bom utilizarmos senhas fortes, Captcha e habilitar um MFA (Múltiplo Fator de Autenticação).

 

  • Port Scanning Attack – script que faz uma busca no dispositivo na tentativa de encontrar portas abertas e serviços vulneráveis e caso consiga encontrar a brecha ele o ataca baseado nas vulnerabilidades encontradas que podem variar desde uma indisponibilidade no site até mesmo sequestro de dados e banco de dados.

 

  • Cross site scripting – No cross-site scripting, o invasor injeta códigos JavaScript no navegador de um usuário, que será utilizado como intermediário para a propagação do golpe, as consequências do ataque podem ser roubo de informações, ataques de phishing, entre outros.

 

  • Ataque DDOS – tem como objetivo sobrecarregar as atividades do servidor, provocando lentidão no sistema tornando sites e acessos indisponíveis.

 

  • ZeroDay – é o ataque que busca falhas de segurança em programas ou aplicativos, explorando brechas e bugs antes que elas sejam corrigidas.

 

Como se proteger?

É importante lembrar que independente do incidente ocorrer em mídias sociais ou em sites empresariais, estes incidentes de segurança podem ser silenciosos começando a prejudicar as operações muito antes de serem descobertos.

Portanto, a melhor saída ainda é tentar prevenir que a invasão ocorra. E alguns cuidados simples podem ajudar circunstancialmente nessa missão.

Veja algumas dicas:

  • Manter senhas fortes e seguras. Faça uma mudança periódica das suas senhas e evite gravá-las em computadores onde há alta rotatividade de usuários.
  • Ative o múltiplo fator de autenticação em todos os aplicativos que tenham essa opção;
  • E-mails com ofertas muito abaixo do mercado ou e-mails com caráter emergencial devem despertar a atenção, pois podem estar camufladas com malwares;
  • Nunca clique em links duvidosos;
  • Instalar um bom antivírus, escolhendo um software de preferência pago e que ofereça proteção completa para seu sistema, de acordo com a necessidade; e
  • Manter sistemas operacionais e softwares sempre atualizados. Lembre-se que versões antigas estão mais vulneráveis a sofrer ciberataques.

 

Na PDG IT você encontra profissionais certificados para fazer uma consultoria na sua empresa onde vamos analisar suas necessidades de acordo com negócios, metas e análises de risco. Cada empresa tem uma estratégia diferente, nosso atendimento é personalizado para que seus objetivos sejam alcançados efetivamente.

 

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