Falha ocorre pela 2ª vez na semana. Grupo que assumiu invasão ao site do Ministério da Saúde confirmou autoria do crime, mas não há provas.

 

Ambos os sites registraram reclamações de acidentes na manhã de sábado. A Americanas S.A, grupo que controla as duas empresas, anunciou ontem em comunicado ao mercado que havia suspendido por precaução alguns de seus servidores de e-commerce na madrugada de sábado por identificar um “risco de acesso não autorizado “. No arquivamento, a empresa também disse que o ambiente foi normalizado às 15h16 de sábado e não havia evidências de violação de banco de dados. “Não houve interrupção nas atividades das lojas físicas, que permanecem abertas para negócios normais”, diz o documento.

A Americanas S.A. informou que voltou a suspender parte dos servidores do ambiente de e-commerce na madrugada deste domingo e que “prontamente acionou seus protocolos de resposta assim que identificou um acesso não autorizado”.

“A empresa está trabalhando com recursos técnicos e especializados para avaliar a abrangência do incidente e normalizar o ambiente de e-commerce da forma mais rápida e segura possível. A empresa reitera que emprega protocolos rígidos para prevenir e mitigar riscos. as operações continuam”, disse a empresa em comunicado.

Um grupo hacker, que provocou falhas no sistema do Ministério da Saúde no final do ano passado, assumiu no sábado a autoria dos ataques aos sites da Americanas e do Submarino por meio de uma mensagem no canal do Telegram das empresas.

“Acho que os sites de compras da B2W Americanas e Submarino estão com problemas kkkkk”, dizia o texto.

Nos dois endereços eletrônicos, uma mensagem de falha no DNS aponta que o serviço está indisponível.

“O servidor está temporariamente impossibilitado de atender sua solicitação. Por favor, tente novamente mais tarde”, apontou a mensagem.